O fim dos escorpiões 26.jan.10
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Junto com o abecedário, umas das primeiras coisas que aprendemos é que o homem nasce, cresce, envelhece e morre. Com o tempo a gente descobre que não é só o homem: na verdade isso vale pra tudo, né?
Nessa semana, ouvi uma notícia, mas não dei muita bola. Agora, depois de lê-la, acredito: os Scorpions vão encerrar a carreira. Nada de incrível nisso, mas entristece. Pelo menos a mim. Claro que, como falei ali em cima.. bom, nada nesse mundo, diferente da pedra, é muito duradouro mesmo.
Catando essa imagem (já que o ladrão fez o favor de levar o notebook que continham as fotinhos que tirei do show), passa uma doce lembrança pela memória. Posso dizer que os vi num palco e quase caí da arquibancada cantando com eles. O Meine canta a música que mais mexe comigo nessa vida; é inexplicável, adoro demais. Loucura, loucura!
Tudo bem, ordem natural da vida. Eles regravarão (?) o CD de maior sucesso e farão uma turnê pelos 5 continentes. Se passar por aqui, já estou lá novamente.
E pra começar a matar a saudade:
“Always somewhere
Miss you where I’ve been
I’ll be back to love you again..“
Still loving you, Scorpions! \,,/
Tired.. 25.jan.10
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Mesmo sem tempo, vim mexer aqui. Tá tudo muito rosinha, mas a criatividade tá recolhida. Melhor deixá-la quieta; fica tudo bem básico.
Estudando, mas acho que não tudo que deveria. Daqui uma semana mais um concurso para minha coleção. Positiva, mas com receios. Um ano sem estudar dá nisso. Mas como nunca é tarde pra recomeçar e criar vergonha na cara, lá vou eu.
Esse ano sei que muitas janelas e portas se abrirão. “Peraí.. sei?” Petulância, né? Então, digamos, pressinto isso.
O ano tá começando apertado, com certos imprevistos, mas nada que seja tão negativo a ponto de derrubar as boas impressões que este ano trouxe com ele.
Nesse exato momento as costas doem, a cabeça tá rodando, a azia querendo mandar seu alô. Isso depois de alguma revisões e a resolução de duas provas. Tá bom? Naaada.
Correndo pra alcançar quem já está lááá na frente.
Saludos blog!
Di vorta.. 19.jan.10
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Oia noiz qui traveiz!!
Blog abandonadinho, né? Tava por aí, vivendo um bocadinho, acontecendo tanta coisa, tirando muitas pedras do caminho (recolhendo umas, lançando pro lado outras), alçando vôos. Na verdade, pondo em prática meus sonhos, fantasias.
Nem sei quando foi meu último post. Só sei que foi sobre o meu moreno. De lá até exatamente hoje, cresci, me aprimorei, de certa até me reinventei demais. Não sou mais a mesma, fato. Muito melhor? Há quem diga que sim (minha mãe não partilha muuuito dessa opinião, rsrs). Muito mais mulher, mais guerreira, mais sábia, mais aprendiz, mais prática, mais falante, mais sorridente. Ainda observadora, intuitiva, sagaz. Deixando um pouco da era do gelo pra trás.
Conflitos, problemas, chatices, essas coisas ruins nunca faltam. Mas não quero falar delas. Basta que vez ou outra povoem minha mente. Prefiro dizer que está tudo muito bem, obrigada.
Aqui e agora, estudando mais do que imaginava e menos do que poderia. Reaprendendo a estudar, na verdade. Tudo mirando num objetivo muito maior. Esse ano precio alcançar o topo da minha pirâmide.
Tirei mais um pouco da poeira?
Inté mais!
Ele. 13.set.09
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Há, oficialmente, duas semanas tenho vivido dias muito felizes. Uma história que uns meses atrás não poderia imaginar. Ou que, de alguma maneira, meu espírito já pressentia. Talvez isso explique a blindagem que criei, uma defesa que nunca impus antes.
Ele não sabe, mas chegou derrubando minha maior barreira, aquela que imponho quando alguém novo chega tão próximo. Instantaneamente, aquele jeitão “pra frente” me fez esquecer que sou de poucas palavras, que prefiro analisar antes, estudar o terreno pra depois pôr os pés. Tudo aconteceu ao mesmo tempo.
No início, duas imagens distorcidas. Eu o tachava de um jeito, ele me tachava de outro. Nunca ninguém me enfrentou
dentro da minha seriedade, nem me leu e expôs isso de forma tão clara. Nem adquiriu tanta confiança em mim, muito menos falou meu nome tantas vezes numa só manhã. Ninguém nunca buscou tantas formas de me invadir e, ao mesmo tempo, me deixar tão segura.
Diferente. Nem um pouco parecido com qualquer outra pessoa que pintou ou busquei na vida. Determinado, decidido, inteligente, gentil, falante, claríssimo, en-can-ta-dor, se-du-tor, aquela facilidade incrível de arrancar qualquer ação de qualquer pessoa. Fisicamente? Perfeito, daquele jeito que me faz virar o pescoço ao ver passar. Ah! E um coração proporcional a estatura. Um poço de coincidências, variedades de histórias e situações em que somos completamente iguais. E para contrariar nossos pré-conceitos, aquelas imagens distorcidas deram lugar à realidade.
Tudo aconteceu muito rápido. Ou muito lento, na visão dele (hehe!). A verdade é que uma infinidade de coisas (e pessoas de feeling aguçado, claro) foram me alertando aos poucos. Enquanto me perguntava porque alguém não conseguia, pura e simplesmente, gostar de mim, ele estava ali me olhando de um jeito real. Bendita sexta-feira, única vez em que a ausência dele não gritou mais alto que o turbilhão de detalhes misturados se encaixando na minha mente!
Um cinema, um rock, um forró. Cada um desses eventos marcou o nível de entendimento daquilo para o qual estava prestes a abrir minha vida. Inexplicáveis friozinhos na barriga, arrepios subindo pelas costas, olhares que poderiam facilmente mergulhar dentro outro. De um modo que acaso nenhum explica, foi assim que ele veio fazer parte de mim.
mi regalo. 30.ago.09
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Essa vida é inexplicável. Ainda mais quando você consegue perceber isso em torno si. Parece loucura. E o melhor? Tô gostando!
Ah, as coisas mudaram numa velocidade incrível e trouxeram consigo uma bonita surpresa. Várias surpresas. As vezes, tenho medo de estar dentro do meu próprio sonho, daquele que só o mais profundo conhece. Já me enganei tanto, tantas vezes. Mas também nunca me senti como agora: friozinho na barriga, aquele gosto doce na boca, expectativas atendidas.
Lembra do diferente? Não há outro adjetivo. O olhar, sorriso desconcertante, voz forte, inteligência, cheiro, pele, rapidez em tentar me desvendar, o jeito doce de cuidar de mim, a persistência, um desejo. Fico observando cada detalhe, cada palavra, cada toque, cada olho no olho, buscando confirmar que não é engano, que é de verdade desta vez. É .. inesperado, uma alegria crescente que não sei definir, um encontro cada vez que vejo ou ouço.
Deus me mandou um presente. Falei que queria ser encontrada e fui ouvida. 
(E aqui dentro do peito o coração saltita enquanto escrevo. Ai, ai..)


