Caneta e Papel

(com qualquer ou nenhuma inspiração.)

Arquivos Mensais: agosto 2007

Quando as máscara caem

O pior: quando se tem uma boa impressão de alguém e é levado a enxergar que não é bem assim. Quando a pessoa se revela, mostrando o contrário, é meio um choque. Como alguém pode enganar tanto?

E depois fica a terrível sensação de incompetência para analisar onde pôr os pés.

Mas a gente aprende. (Ô, se apende…)

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O QUE VOCÊ FARIA COM ALGUNS MILHÕES NO BOLSO?

Hoje, visitando o site da CEF, me deparei com a pergunta acima. Serviu para me lembrar que a Mega-Sena anda acumulada, certamente se preservando para chegar à alguma determinada mão (Is this Law of the Attraction, isn’t it?). Daí, fiquei refletindo sobre essa questão: O que fazer com 45 milhões de reais?

Porsche Boxter mansao_tom_225.jpg Roupas & Sapatos

Cruzeiro pelo Caribe Imóveis Ações na BV

Sombra e água fresca

(caramba, tanta coisa que eu faria que não encontro nem imagem pra ilustrar.. rsss.)

Pra rir!

Chefe ruim – 1ª parte

Textinho interessante. Próprio para o momento.

Desrespeite seu chefe, sim!
(Matéria publicada na revista Você SA, Julho 2005)

Pode acreditar. Saber questionar seu superior (mesmo publicamente) é uma qualidade em alta nas melhores empresas

Por José Eduardo Costa

O empresário e dentista Randal Zannetti, presidente da Odontoprev, reuniu seus executivos para falar da empresa há três meses. A rotina do encontro foi quebrada quando a gerente de marketing, Laura Snitovski, de 35 anos, pediu a palavra. Para o espanto de uma consultora externa presente ao encontro, Laura contestou Randal. Diante disso, o que você acha que aconteceu:


a) Randal fez cara feia e não deu ouvidos a Laura
b) O chefe direto dela reclamou
c) Depois da ousadia, Laura foi demitida
d) Nenhuma das respostas anteriores

Como Laura tinha razão e soube apresentar seus argumentos com clareza e respeito, acertou quem escolheu a letra d. Na Odontoprev, empresa de planos odontológicos, discordar não é insubordinação. “Essa liberdade de opinião foi um dos motivos para eu ter vindo trabalhar aqui”, diz ela. “Somos reconhecidas pela expertise e não pela posição.” Fatos como esse, pouco a pouco, se repetem nas organizações. É o que vem sendo chamado de desrespeito saudável pelo professor francês Manfred Kets de Vries, de 62 anos, diretor do Centro de Liderança da escola de negócios Insead, em Fontainebleau. “Muitos líderes não percebem que cabe a eles criar uma atmosfera em que o subordinado sinta-se à vontade para se comunicar”, diz. “Depois reclamam que não recebem feedback.”

O professor explica que, ao reprimir a opinião da equipe, o chefe cria uma bolha que atrapalha sua visão do negócio e dificulta a tomada de decisão. “O líder deve se esforçar para que as pessoas possam falar o que pensam”, diz. Segundo ele, há uma tendência de as pessoas replicarem, à medida que galgam cargos na empresa, comportamentos que viram em seus chefes do passado. “Isso faz com que muitos executivos vivam num mundo de espelhos. Ele passa a ver e ouvir somente o que quer”, explica. Por isso, quando alguém tenta apontar algo diferente, o chefe se sente contrariado. “Nessa hora, muitos optam por fritar o funcionário”, diz o professor.

Nesses casos, o que acontece no dia-a-dia é que ninguém discorda do chefe. Muitos até mentem, ou omitem a própria opinião, para evitar o confronto. Outro comportamento corriqueiro, diz o professor, é a equipe assumir uma postura que o megaexecutivo americano Jack Welch (ex-CEO da General Eletric) chamava de “amabilidade superficial”. As pessoas tornam-se agradáveis na superfície, mas cheias de desconfiança e hostilidade no fundo. O resultado é um ambiente de trabalho que mais parece uma masmorra: frio e inóspito.

Naturalmente, você sabe que o modelo tradicional do chefe durão e intolerante não está sepultado. Até mesmo os mais abertos são sensíveis a comentários mais salgados. Recentemente, um diretor brasileiro da Owens Corning, multinacional americana especializada na fabricação de fibra de vidro, pleiteava um cargo de liderança na matriz. Ele foi barrado na última etapa do processo por ter dito, durante a entrevista com um americano, que não estava indo para os Estados Unidos para ser um aprendiz, mas para ensinar o que tinha feito com êxito no Brasil. O comentário com ar arrogante veio quando as partes já negociavam o salário. O diretor não foi demitido tampouco foi transferido para os Estados Unidos. Foi mantido na posição que tinha aqui. Podia ter sido pior. Empty Picture Box

LIBERDADE DE OPINIÃO
1. USE O SEU PICADEIRO
O ambiente de trabalho é uma vitrine. Por isso, quanto mais abertura você der para as pessoas, mais elas se sentirão seguras para falar o que pensam. Isso aumenta a confiança em quem pensa diferente de você.
2. REAJA COM TRANQÜILIDADE
É fundamental ouvir com serenidade os comentários dos funcionários. Dependendo da reação do líder, os profissionais se sentirão estimulados ou reprimidos para falar com sinceridade nas reuniões de trabalho.
3. RECONHEÇA A EXPERTISE DAS PESSOAS
Levar em conta a opinião profissional dos outros na hora de tomar uma decisão mostra como você é aberto às idéias da equipe. Afinal, todas as pessoas podem somar ao resultado final.
4. APROXIME A EQUIPE
Faça com que as pessoas se sintam confortáveis na sua presença. Como? Ande pela empresa ou deixe a porta da sala aberta. Quanto mais contato, melhor.

De frente com Rô!

(Após baixar uma Marília Gabi Gabriela no Rô, eis que ele me surge com o seguinte bate-bola, via Prompt.. 🙂

Uma cor:
Vermelho.

Uma fruta:
Laranja.

Um nome:
Vanusa.

Um palavrão:
P*t* que Pariu.

Um trabalho:
Auditora da Receita Federal (um dia….).

Um lugar:
Praia

Uma memória:
Eu escalando as colunas do colégio.

Uma mulher:
Minha mãe.

Um homem:
Meu pai.

Um amor:
xxxx.

Uma raiva:
Traição.

Uma saudade:
A maior? Não poder ver meu pai.

Vida:
Tentar ser para minha família o que minha mãe é para mim.

Morte:
Inevitável, mas ainda assim dá medo.

Amigos:
Poucos, porém sinceros. Meus irmãos por escolha.

Família:
Minha preocupação constante. Tudo que tenho.

Deus:
Aquele que permite que eu abra os olhos todas as manhãs.

Diabo:
Um ser derrotado.

Uma comida:
Bife com feijão e arroz.

Anjos.

Existem pessoas que têm consigo a capacidade de iluminar os lugares por onde passam. Ainda que não tenham essa consciência, essas pessoas são capazes de arrancar sorrisos, de trazer calma no meio da tempestade, de oferecer brandura com o olhar. São pessoas raras. Da linhagem humana dos anjos, eu diria.

Agora a pouco, um desses veio próximo de mim.

Hoje o dia começou péssimo, vontade de fugir do trabalho, 1278969.jpgvozes e faces me irritando irremediavelmente, indagações múltiplas pela mente. E esse anjo veio, me trouxe sorriso, me fez esquecer a irritação, assim, só com sua simples presença, seu sorriso, sua gentileza, seu olhar.

Há mais de 8 anos, creio que Deus faz as coisas da forma certa. Acredito que Ele coloca, sempre, anjos ao nosso redor, talvez por saber das nossas fraquezas. E eu, sinceramente, não saberia em certos momentos, como me desvencilhar das nuves negras que, por vezes, me encobrem a face. Somente anjos assim podem me trazer à luz da realidade.

Frase do Dia (surrupiada do Rô!)

“Se quiser vencer na vida, deve fazer como os sábios: mesmo com a alma partida, ter um sorriso nos lábios.” Dinamor

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