Caneta e Papel

(com qualquer ou nenhuma inspiração.)

Arquivos Mensais: outubro 2008

enfim BALZAQUIANA!

Não que considere esta idade um marco, mas parece que é mesmo difícil não sentí-la como tal, deve ser um tanto parecido com aquele marco feminino dos 15 anos, sei lá. Li um monte de coisa sobre balzaquianas, parece que há um certo glamour nisso, hauahau. E lendo algo mais pelo Google, achei este depoimento:

A mulher de 30 anos

Sim, é óbvio que eu gosto de ninfetas. É claro também que tenho meus limites, não sou nenhum Humbert Humbert. Mas é impossível, para qualquer homem, deixar de notar os encantos de uma jovem de seus dezoito, vinte anos. Seja a arrogância gostosa daquelas que, ainda adolescentes, acham que sabem tudo sobre a vida; ou a curiosidade instigante das que parecem querer devorar o mundo, tamanha a vontade de aprender; como ficar indiferente? Isso sem falar na malícia disfarçada de inocência… Ou seria a doce inocência temperada de malícia? Não sei. Só sei que algumas até percebem o quanto mexem comigo.Mas, há um problema. Ainda que existam exceções, raras e deliciosas exceções, essas meninas ainda não são mulheres. “A fisionomia da mulher só começa aos trinta anos”, já dizia Balzac. Irritava-me a falsa modéstia de mulheres deslumbrantes que dizem “mas eu não tenho mais o corpo que eu tinha aos vinte anos”. E quem disse que precisa ter? Perco a fala, fico completamente desorientado e transpiro desejo só porque tenho algum tipo de preferência exótica? É óbvio que não. Demorou, mas descobri que isso não passa de charme, uma estratégia sórdida para chamar a atenção para a beleza das formas de um corpo maduro, esculpido pela experiência e aquecido pela volúpia de quem sabe exatamente o que deseja.

A mulher de trinta anos sabe quem é e sabe bem o poder que tem. Não precisando mais de muitos dos joguinhos que algumas jovens fazem para testar sua capacidade, ela se dedica a outros jogos, muito mais interessantes e excitantes. Relacionar-se com uma mulher de trinta anos é ensinar e aprender. É ter uma amante perfeita e, ao mesmo tempo, uma companheira de humor sem frescuras e uma amiga capaz de entender e se deliciar com todas aquelas referências pop que você levou décadas para colecionar: ela vai rir gostosamente ao lembrar-se do vídeo de “Total Eclipse Of The Heart”, ou será uma fã sobrevivente de Jackson 5, e isso é ouro! É possível discutir filosofia depois do melhor sexo do mundo ou, o absurdo, conseguir o melhor sexo do mundo após discutir filosofia! (eu indico Sartre) A mulher de trinta anos está mais apta a entregar-se ao amor sem medo. E se for paixão? Ela não perde tempo buscando definições semânticas, ela simplesmente vive!

Mas você aí, que já está com água na boca, não pense que é fácil conquistar uma mulher de trinta anos. Hoje elas são muito mais interessantes e complexas do que eram na época de Balzac, porque são acima de tudo independentes. A mulher de trinta anos é segura de si até quando procura um colo. Ela não tem mais vergonha de ser menina quando precisa, afinal. O que fazer? De minha parte, não tento mais compreender tamanha complexidade (o homem que tenta entender as mulheres é um tolo, simplesmente não as merece); e apenas vivo minha paixão intensamente, cada dia mais fascinado pela mulher de trinta anos…

Autor:

Poisé… acho que agora sou tudo isso aí, hehe.

😀

Murcha..

Mesmo com tanta coisa pra contar, coisas boas na maioria, tudo o que me ocorre agora pra escrever é sobre esta sensação de coração miudinho.

Porque? Não sei. Dormi e acordei da mesma forma e não gosto nada disso. Minha intuição é uma brincante e não sei nem decifrar.

Que complicado não??

Tomara, apenas, que não seja o que estou pensando. Tomara.

Escrever é terapêutico!

Não tenho terapeuta. Apesar de tanta coisa tortuosa, complicada, problemática na minha vida, nunca fui atrás de ajuda profissional. Mas não acho errado quem lança mão disso e fico pensando no quanto sou covarde nesse sentido. Talvez, cedo ou tarde, eu precise conversar com alguém que ajude me desvendar, coisa que é complexa até pra mim.

Na época de adolescente, vivi uma espécie de cárcere emocional. Não vou detalhar, mas tente imaginar o que é viver nesta fase da vida, com uma baita depressão, uma revolta abafada combinada com um trauma de não-aceitação. Era horrível! Hoje não sou sombra daquilo e faço um imenso esforço pra que nem 10% tome forma novamente.

Sempre fui muito as avessas. Ou estranha, misteriosa, introspecta, um bicho do mato, como queira. Na época, achava que as pessoas me destratavam porque era diferente. Mas atualmente acredito que era mais um problema de posicionamento na vida. Um problema meu, que graças a Deus consegui superar e reverter.

Nunca tive diário, mas foi justamente por causa de tudo isso que comecei a escrever. Entre as folhas finais dos meus cadernos era difícil não encontrar algum borrão de desabafo, de romantismo oculto, de alegria dividida com a caneta.

Joguei e rasguei muitos escritos fora, pois muita coisa me trazia más recordações, coisas embaladas por pura melancolia. Mas nunca perdi a mania de rabiscar meus pensamentos em qualquer lugar, da forma que viesse.

Dai, veio a era dos blogs. Já fora da adolescência, mas passando pela perda do papai e cheia de confusão nos sentimentos, resolvi que isso seria a minha terapia. Já tive uns 5 blogs e todos servem pra uma só coisa: me ajudar.

Escrever não é dom: é vontade de ser compreendido, de compartilhar. Não me imagino escritora, até porque não levo jeito, mas aquilo que rabisco é importante pra mim, sendo entendido ou não, cheio de erros ou metricamente bem formulado. Gosto de ler os outros.. não ia gostar de ler a mim mesma??

E enquanto não tomo coragem de procurar um ser que me entenda, continuo fazendo terapia por aqui, gratuitamente. 8)

rapidinhas.

– gente, cadê meu celular??

– o dólar aumenta.. (e a minha pressão vai junto!)

– porque alguém com um copo de ovomaltine chama tanta atenção no ponto de ônibus?

– gente de olho compriiiido…

– conto ou não conto?? hã??

– como é bonitinho um papai dando de comer pro filho. BABO!!

– acho que minhas vértebras saem do lugar cada vez que olho “pras” vitrines. 😡

– muay thai ou pilates??

– sonhando com um banho de cachoeira (e um beijo embaixo dela..).

Concursandus Paranoicus, o retorno!

Saí de um cargo, vou tomar posse em outro, mas a cabeça parece que consegue pensar numa só sigla: ANATEL, AnaTEL, anatEL, ANatel, anatel… 😯

Bom, pra quem acredita que as agências reguladoras são os melhores negócios do momento, então fique sabendo que a ANATEL já escolheu o CESPE pra realizar seu próximo certame. Que bacana!! 😕

Isso significa que vem edital aí. ALELOIAZZ!!

E agora só me resta.. o quê mesmo?

Ahh.. estudar! 😛

Frase do dia

Inveja e incapacidade são umas merdas!

(sabedoria extramamente popular)

E quem deveria sentir o mau cheiro, não sente… afffê. 😕

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