Caneta e Papel

(com qualquer ou nenhuma inspiração.)

Arquivos Mensais: novembro 2010

Paul Mccartney!

Gente, o que foi aquele show do Sir Paul Mccartney transmitido pela Globo? Uma emoção indescritível! Não tem preço ouvir um Beatle cantar.. Beatles. Chorei, o coração queria soltar pela boca, afinal tenho déjàvus com as músicas dos besouros since 1993, rsrs. E o que era o Morumbi uníssono em Yesterday? Live and let die tá em randômico aqui na minha mente. UH!

Consegui uns videozinhos do show de Sampa City no You Tube:

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A roda da vida

O tempo parou? Nãã.. ele continua aí, rolando. Voando.
Esqueci um bocadinho daqui novamente. Tudo por uma boa causa: vivendo a vidinha real.
Do último post até hoje aconteceram tantas coisas. A Dilma se elegeu, os mineiros chilenos voltaram do fundo da Terra, meu cachorro de 17 anos quaaase me deixa, voltei a estudar com mais afinco, decidi que 2011 será diferente, me permiti às loucuras, voltei a malhar, fiz 32 anos…

32 anos? É, companheiro, não parece, mas é isso mesmo. Espero que nos 42 eu continue não aparentando, risos. Nem sou tão caxias com isso, mas é sempre muito bom ouvir dos outros que pareço ter 10 ou 9 anos a menos. Genética da boa!!

Continuo trabalhando, mas o bichinho carpinteiro do ‘quero algo melhor’ voltou a me picar. Bom, correndo atrás, nada vai cair do céu mesmo. Mas confesso que já estou cansando. Parece que essa vida de estudante jamais acaba (se bem que dias atrás estava com saudades da vida de acadêmica, vai entender, rsrsr). Quero chegar logo na fase de escrever aqui “Fui ali passar uns dias no Nordeste. Volto depois”.

A especialização.. ah, essa lenda da federal me desgostou. Tive que desistir. Começarei do zero em outro lugar. Isso se não der na telha (e em alguma programação por aí) fazer o mestrado. Mato logo duas cobras. O problema é que, senso comum, qualquer um pode ser administrador, gestor. Logo, cursos dessa natureza nos mestrados são ultra difíceis de encontrar.

Tenho sentido muita falta dos meus amigos e amigas. Uns meses atrás bateu saudade da época que nos reuniamos pra pizzas, passeios, ouvir um rock, coisas que nos mantinham mais em contato. Mas cada um tem uma vida pra viver, os caminhos nem sempre ficam cruzados pra sempre, escolhas da vida que nos afastam, mas também nos ajudam a entender quem realmente importa.

Esses dois últimos meses do ano sãos os mais ferrenhos, complicados pra mim nos últimos anos. Parece que este ano mais importantes do que nunca.

Vida que segue. Roda que gira.

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